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Quando uma bandeira estrangeira desmascara o falso patriotismo
No dia em que o Brasil celebrou sua independência, a Avenida Paulista, em São Paulo (SP), ofereceu uma cena que fere o senso comum e o senso histórico: sob gritos de “patriotas”, ergueu-se uma bandeira gigante — não a verde‑amarela, mas a dos Estados Unidos. A imagem, registrada em 7 de Setembro de 2025, é mais que um detalhe pitoresco; ela condensa uma contradição que atravessa o movimento bolsonarista e o expõe em sua essência: um pseudo patriotismo que rende continência a
9 de set.3 min de leitura


O país chorou seus mortos. Bolsonaro chora por si mesmo
Enquanto mais de 700 mil brasileiros foram enterrados sem direito à despedida, vítimas de uma pandemia que paralisou o mundo e devastou famílias inteiras, o ex-presidente Jair Bolsonaro apareceu diante das câmeras, em lágrimas. Não por luto, não por remorso, mas por si mesmo. A cena, transmitida em tempo real pelas redes sociais e veículos simpáticos ao ex-mandatário, não comoveu a maioria dos brasileiros. Pelo contrário: gerou revolta. O contraste entre a dor nacional silenc
25 de jul.4 min de leitura


Do rugido ao miado: A metamorfose de um ex-presidente
A política brasileira testemunhou, nesta semana, uma das transformações mais constrangedoras da história republicana nacional. O homem que um dia se apresentava como o salvador da pátria, que ameaçava instituições, desafiava outros poderes e bradava contra o mundo inteiro com a arrogância de quem se julgava intocável, hoje se arrasta pelos corredores da Justiça pedindo perdão e clemência. A metamorfose de Jair Bolsonaro, de leão rugidor a gatinho miando por leite, não é apena
13 de jun.4 min de leitura
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