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Sem alternativas, comunidades ribeirinhas da Amazônia queimam e enterram lixo, mostra estudo
Foram utilizados dados do Censo do Instituto Mamirauá, que incluiu perguntas sobre resíduos sólidos. Diante da falta de infraestrutura de coleta e saneamento básico, as comunidades desenvolveram práticas próprias, em sua maioria informais. Os métodos mais comuns identificados foram a queima de materiais inflamáveis, o enterro de materiais não inflamáveis, o descarte a céu aberto, o reaproveitamento pontual e, em menor escala, o transporte de resíduos para áreas urbanas próxim
há 5 dias3 min de leitura
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