Fungo da Amazônia tem potencial para devorar plásticos
- Solano Ferreira
- 22 de ago.
- 2 min de leitura
Já imaginou se o próprio planeta desse um jeito de lidar com a poluição que criamos?

Em 2011, um grupo de pesquisadores explorando a Floresta Amazônica Equatoriana se deparou com um fungo capaz de algo quase inacreditável: consumir plástico mesmo na ausência de oxigênio.
Em vez de depender do ambiente ideal, esse organismo sobrevivia em profundezas de aterros sanitários, degradando um dos tipos de plástico mais persistentes do planeta.
Era como se a floresta tivesse revelado um antídoto silencioso para um dos maiores venenos da era moderna.
Mais de uma década depois, no ano passado, um novo capítulo dessa história começou a ser escrito na Europa.
Pesquisadores observaram que fungos microscópicos também estão crescendo diretamente sobre plásticos em um lago alemão, mesmo sem outra fonte de alimento.
Eles estão literalmente se alimentando dos polímeros sintéticos. Ou seja, a natureza está se adaptando para digerir o que nós insistimos em jogar no ambiente.
Essas descobertas trazem esperança, mas também um alerta: estamos há tempo demais tentando normalizar o uso de materiais que o planeta não consegue eliminar sozinho.
E enquanto soluções como essas ainda caminham para se tornarem realidade em larga escala, nosso papel é claro: reduzir o plástico que consumimos é uma forma direta de proteger nosso planeta e nossa saúde.
Microplásticos já foram encontrados em órgãos humanos e até no leite materno.
Eles afetam o sistema hormonal, aumentam inflamações silenciosas e estão ligados a problemas metabólicos e imunológicos.
Por isso, procure:
✅ Trocar utensílios plásticos por alternativas mais seguras como vidro ou cerâmica.
✅ Evitar alimentos embalados em plástico.
✅ Filtrar a água que consome.
✅ Escolher roupas com menos fibras sintéticas.
✅ E sobretudo: incentivar empresas que investem em inovação e responsabilidade ambiental.
A natureza está se reinventando. E nós? Vamos continuar intoxicando nosso corpo?
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Publicação completa pode ser lida AQUI










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